Família,
Domingo está chegando e alguns membros ainda não se pronunciaram. Primeiro, precisamos confirmar se o almoço será mesmo em Guarajuba ou em Salvador. Segundo, cada um inclui na lista abaixo o que poderá levar no dia. Serge e Lari, por favor se pronunciem! Vcs também fazem parte da família!
Serge:
Lari:
Lica: 1 prato principal
Papi: CASA , TERRENO, PRESENÇA ... (já tá bom d+.. rs)
Leo: 1 prato principal
Tina: ovos de pascoa e 1 vinho (JÁ ESTÁ NA CASA DE LICA O VINHO QUE EU COMPREI)
Mila: CERVEJA
FALTA ENTRADAS E SOBREMESAS ... QUEM PODE LEVAR ???????
quarta-feira, 31 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
NIVER DE REHEM E MILA
FELIZ ANIVERSÁAÁÁRIO!!!!!!!!!!!!!
PARABÉNS ESPECIAL DO BLOG DA FAMÍLIA REHEM A ESSAS DUAS PESSOAS MARAVILHOSAS.
TUDO DE BOM, MUITA FELICIDADE, PAZ E SAÚDA PARA VCS.
QUE TENHAM UM ANO CHEIO DE SUCESSO,
AMAMOS VOCÊS
PARABÉNS ESPECIAL DO BLOG DA FAMÍLIA REHEM A ESSAS DUAS PESSOAS MARAVILHOSAS.
TUDO DE BOM, MUITA FELICIDADE, PAZ E SAÚDA PARA VCS.
QUE TENHAM UM ANO CHEIO DE SUCESSO,
AMAMOS VOCÊS
quarta-feira, 3 de março de 2010
Genésio e o Capitão Chip
Genésio é um peixinho estressado que, cansado de procurar ajuda do seu amigo imaginário, tenta sozinho acabar com poluição sonora que atravessa seu aquário. A tentativa frustrada é um momento importante para mostrar como a comunicação se manifesta aonde menos esperamos.
Desenvolvido para o Festival Claro Curtas
Nao deixe de ver.
Direção Diego Rangel
Dublagem: Léo Rehem
siga no twitter:
http://twitter.com/genesiocchip
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
JUSTA HOMENAGEM
Carta publicada na Carta do Leitor em 13/12/2001 - Jornal Tribuna da Bahia
Outro dia, ao passar em frente à Casa do Comércio, deparei-me com a placa da Rua Coronel Almerindo Rehem. Foi agradável a surpresa. Voltei aos tempos de juventude e lembrei do bom e amigo coronel. Amigo dos seus filhos, privei da boa amizade desta família. Voz forte, voz grossa, garbo militar, alegre, comunicador, amigo de todos, diplomata no tratar, assim conheci o coronel. Sertanejo de Aribicé, povoado do município de Euclides da Cunha, chegou a esta capital trazido pelo seu irmão, Oscar Nascimento Rehem. Analfabeto até os 18 anos, contava aos filhos que, para se alfabetizar, cursou uma escola na Barra. Todos os seus colegas eram crianças e somente ele, adulto. Nas aulas, quando errava uma letra, “ganhava” um bolo que a professora, usando palmatória, não desculpava. O bolo não doía, dizia ele, porém, a vaia dos pequenos colegas era insuportável. Estudou, aprendeu, pegou o amor pela leitura e não parou mais de ler, fez o seu conhecimento. Já na Polícia Militar, como soldado, trabalhou com afinco, entrou para a banda de música, tocando oboé. O maestro não gostava dele e – contava ele – ao passar em revista, invariavelmente, pisava nos seus pés. Largou a banda, continuou a sua vida na carreira militar e foi servir, comandando a Guarda de Polícia, como sargento, onde foi descoberto pelo governador Góes Calmon, que o promoveu a tenente, em face do seu destacado desempenho. Na sua corporação, galgou todos os cargos, sempre imprimindo a sua maneira característica de comandar, chegando por fim ao mais alto posto de coronel. Foi comandante da Guarda Civil, chefe do Estado-Maior e comandante da Polícia, chefe da Casa Militar do interventor Landulfo Alves e dos governadores Antonio Balbino e Lomanto Júnior. Foi agraciado com muitas condecorações pelas Forças Armadas, sempre pelo seu destacado desempenho nos diversos cargos exercidos.
A denominação da rua com o nome do coronel, foi uma homenagem do vereador Ivan Ramos, que sendo seu vizinho - morou na casa em frente - teve singular oportunidade de conhecê-lo intimamente.
O elogiável gesto de Ivan Ramos resgata uma dívida da cidade a um dos seus mais ilustres moradores, que com sua vida exemplar, sempre cultuando a amizade sincera, transformou-se num verdadeiro marco de dignidade e honestidade.
José Osvaldo Alves (Jornalista)
Outro dia, ao passar em frente à Casa do Comércio, deparei-me com a placa da Rua Coronel Almerindo Rehem. Foi agradável a surpresa. Voltei aos tempos de juventude e lembrei do bom e amigo coronel. Amigo dos seus filhos, privei da boa amizade desta família. Voz forte, voz grossa, garbo militar, alegre, comunicador, amigo de todos, diplomata no tratar, assim conheci o coronel. Sertanejo de Aribicé, povoado do município de Euclides da Cunha, chegou a esta capital trazido pelo seu irmão, Oscar Nascimento Rehem. Analfabeto até os 18 anos, contava aos filhos que, para se alfabetizar, cursou uma escola na Barra. Todos os seus colegas eram crianças e somente ele, adulto. Nas aulas, quando errava uma letra, “ganhava” um bolo que a professora, usando palmatória, não desculpava. O bolo não doía, dizia ele, porém, a vaia dos pequenos colegas era insuportável. Estudou, aprendeu, pegou o amor pela leitura e não parou mais de ler, fez o seu conhecimento. Já na Polícia Militar, como soldado, trabalhou com afinco, entrou para a banda de música, tocando oboé. O maestro não gostava dele e – contava ele – ao passar em revista, invariavelmente, pisava nos seus pés. Largou a banda, continuou a sua vida na carreira militar e foi servir, comandando a Guarda de Polícia, como sargento, onde foi descoberto pelo governador Góes Calmon, que o promoveu a tenente, em face do seu destacado desempenho. Na sua corporação, galgou todos os cargos, sempre imprimindo a sua maneira característica de comandar, chegando por fim ao mais alto posto de coronel. Foi comandante da Guarda Civil, chefe do Estado-Maior e comandante da Polícia, chefe da Casa Militar do interventor Landulfo Alves e dos governadores Antonio Balbino e Lomanto Júnior. Foi agraciado com muitas condecorações pelas Forças Armadas, sempre pelo seu destacado desempenho nos diversos cargos exercidos.
A denominação da rua com o nome do coronel, foi uma homenagem do vereador Ivan Ramos, que sendo seu vizinho - morou na casa em frente - teve singular oportunidade de conhecê-lo intimamente.
O elogiável gesto de Ivan Ramos resgata uma dívida da cidade a um dos seus mais ilustres moradores, que com sua vida exemplar, sempre cultuando a amizade sincera, transformou-se num verdadeiro marco de dignidade e honestidade.
José Osvaldo Alves (Jornalista)
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
As três peneiras
Alberto era um executivo. Um operário ou um profissional como tantos que conhecemos. Logo que foi transferido, no primeiro dia de trabalho, para fazer média com o chefe, saiu com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Venâncio. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, o chefe o interrompeu:
- Espere um pouco, Alberto. O que você vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira é a peneira da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não, não tenho certeza. Como posso saber? Foi o que me contaram.
- Então, sua história não passou na primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira, a peneira da necessidade. Você acha necessário me contar isso ou mesmo passar adiante esta história?
- Claro que não, chefe! Nem pensar nisso! Dizer isso de mim?
- Então, sua história não passou na segunda peneira. Vamos ver a terceira que é da bondade. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem o mesmo a seu respeito?
- Não chefe. Minha história não passa no crivo dessas peneiras. Ela pode não ser verdadeira, não ser benéfica a ninguém, nem necessário contar - fala Alberto, um tanto desapontado consigo mesmo.
- Pois é Alberto. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? – diz o chefe sorrindo e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: Verdade, Necessidade e Bondade, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
Pessoas inteligentes falam sobre idéias,
Pessoas comuns falam sobre coisas,
Pessoas medíocres falam sobre pessoas.
- texto enviado por Milena Rehem -
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Venâncio. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, o chefe o interrompeu:
- Espere um pouco, Alberto. O que você vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira é a peneira da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não, não tenho certeza. Como posso saber? Foi o que me contaram.
- Então, sua história não passou na primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira, a peneira da necessidade. Você acha necessário me contar isso ou mesmo passar adiante esta história?
- Claro que não, chefe! Nem pensar nisso! Dizer isso de mim?
- Então, sua história não passou na segunda peneira. Vamos ver a terceira que é da bondade. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem o mesmo a seu respeito?
- Não chefe. Minha história não passa no crivo dessas peneiras. Ela pode não ser verdadeira, não ser benéfica a ninguém, nem necessário contar - fala Alberto, um tanto desapontado consigo mesmo.
- Pois é Alberto. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? – diz o chefe sorrindo e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: Verdade, Necessidade e Bondade, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
Pessoas inteligentes falam sobre idéias,
Pessoas comuns falam sobre coisas,
Pessoas medíocres falam sobre pessoas.
- texto enviado por Milena Rehem -
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
FELIZ 2010, FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!!!!!
"Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre."
Carlos Drummond de Andrade
... E você, como foi de reveillon? Gostaríamos de saber, nos conte!
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre."
Carlos Drummond de Andrade
... E você, como foi de reveillon? Gostaríamos de saber, nos conte!
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
"Loucos e Santos"
"Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril."
Oscar Wilde
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril."
Oscar Wilde
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
ENFIM, ACONTECEU!!

É.. Essa foi a QUARTA e se deus quiser, última grande cirurgia..
Não foi mole, 10 horas de cirurgia.. muita dor.. Mas a recuperaçao foi muito boa..
Queria agradecer primeiramente e especialmente para meu pai e minha mae do coração, Lica, pelo carinho, atenção, cuidado e amor que tiveram comigo durante essas 2 semanas de recuperação. Foi muito bom passar esse tempo ao lado deles, essa foi a melhor parte.
Não posso me esqueçer de agradeçer a minha bela equipe médica (João, Daniel e Leandro) e toda outra que me acompanhou (Marco Aurélio, Luis, tininho, Onaldo, Onaldinho, Marcelo, Clara, e tantos outros... ) e de todo apoio(familiares, amigos).
Alem dos fantasticos animais Luke Dube (papagaio) e VovÔ (Gugu). Vovô merece um agradecimento especial porque é um dos meus melhores amigos, companheiro de todas as horas, amigo inseparável que eu tanto amo e tanto confio, obrigado vovÔ!!!!!!!
Obrigado mais uma vez.. obrigado a Deus, acima de tudo.
tb um agradecimento especial para Mila, pelo cuidado no hospital..Tininha e dudu... meu orgulho, minha vida, minha família, meu núcleo familiar.
No mais obrigado a todos os amigos e familiares que se preocuparam e torçeram por minha recuperação.
Valeu galera!!!!!!
Léo Rehem - 2 semanas após a cirurgia.
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