Informações importantes:
Ínicio do desfile: Jardim de Alá
Término do desfile: Aeroclube Plaza Show, na orla.
Data: Domingo, dia 02 de Maio
Horário: 10h 30min
Duração prevista: 45 minutos
Quem vai???????
terça-feira, 27 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
SITE DA FAMÍLIA REHEM - ÁRVORE
AMIGOS DO BLOG,
ESTÁ ACONTECENDO UM FATO MUITO INTERESSANTE NA INTERNET COM A FAMÍLIA REHEM QUE REUNIU UM GRANDE NÚMERO DE PESSOAS DA FAMÍLIA...
GOSTARIA MUITO QUE O IDEALIZADOR DA IDEIA, DENILSON REHEM, NOS EXPLICASSE MELHOR COMO PARTICIPAR E QUAL O PROPÓSITO DO SITE...
O BLOG TEM QUE INTERAGIR COM ISSO.. DE QUE FORMA?
LEMBRE-SE:
COMUNICAÇÃO INTEGRADA, NAO EM AÇÕES ISOLADAS!
BLOG DA FAMÍLIA REHEM
ESTÁ ACONTECENDO UM FATO MUITO INTERESSANTE NA INTERNET COM A FAMÍLIA REHEM QUE REUNIU UM GRANDE NÚMERO DE PESSOAS DA FAMÍLIA...
GOSTARIA MUITO QUE O IDEALIZADOR DA IDEIA, DENILSON REHEM, NOS EXPLICASSE MELHOR COMO PARTICIPAR E QUAL O PROPÓSITO DO SITE...
O BLOG TEM QUE INTERAGIR COM ISSO.. DE QUE FORMA?
LEMBRE-SE:
COMUNICAÇÃO INTEGRADA, NAO EM AÇÕES ISOLADAS!
BLOG DA FAMÍLIA REHEM
quarta-feira, 31 de março de 2010
ALMOÇO DE PASCOA
Família,
Domingo está chegando e alguns membros ainda não se pronunciaram. Primeiro, precisamos confirmar se o almoço será mesmo em Guarajuba ou em Salvador. Segundo, cada um inclui na lista abaixo o que poderá levar no dia. Serge e Lari, por favor se pronunciem! Vcs também fazem parte da família!
Serge:
Lari:
Lica: 1 prato principal
Papi: CASA , TERRENO, PRESENÇA ... (já tá bom d+.. rs)
Leo: 1 prato principal
Tina: ovos de pascoa e 1 vinho (JÁ ESTÁ NA CASA DE LICA O VINHO QUE EU COMPREI)
Mila: CERVEJA
FALTA ENTRADAS E SOBREMESAS ... QUEM PODE LEVAR ???????
Domingo está chegando e alguns membros ainda não se pronunciaram. Primeiro, precisamos confirmar se o almoço será mesmo em Guarajuba ou em Salvador. Segundo, cada um inclui na lista abaixo o que poderá levar no dia. Serge e Lari, por favor se pronunciem! Vcs também fazem parte da família!
Serge:
Lari:
Lica: 1 prato principal
Papi: CASA , TERRENO, PRESENÇA ... (já tá bom d+.. rs)
Leo: 1 prato principal
Tina: ovos de pascoa e 1 vinho (JÁ ESTÁ NA CASA DE LICA O VINHO QUE EU COMPREI)
Mila: CERVEJA
FALTA ENTRADAS E SOBREMESAS ... QUEM PODE LEVAR ???????
sexta-feira, 5 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
NIVER DE REHEM E MILA
FELIZ ANIVERSÁAÁÁRIO!!!!!!!!!!!!!
PARABÉNS ESPECIAL DO BLOG DA FAMÍLIA REHEM A ESSAS DUAS PESSOAS MARAVILHOSAS.
TUDO DE BOM, MUITA FELICIDADE, PAZ E SAÚDA PARA VCS.
QUE TENHAM UM ANO CHEIO DE SUCESSO,
AMAMOS VOCÊS
PARABÉNS ESPECIAL DO BLOG DA FAMÍLIA REHEM A ESSAS DUAS PESSOAS MARAVILHOSAS.
TUDO DE BOM, MUITA FELICIDADE, PAZ E SAÚDA PARA VCS.
QUE TENHAM UM ANO CHEIO DE SUCESSO,
AMAMOS VOCÊS
quarta-feira, 3 de março de 2010
Genésio e o Capitão Chip
Genésio é um peixinho estressado que, cansado de procurar ajuda do seu amigo imaginário, tenta sozinho acabar com poluição sonora que atravessa seu aquário. A tentativa frustrada é um momento importante para mostrar como a comunicação se manifesta aonde menos esperamos.
Desenvolvido para o Festival Claro Curtas
Nao deixe de ver.
Direção Diego Rangel
Dublagem: Léo Rehem
siga no twitter:
http://twitter.com/genesiocchip
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
JUSTA HOMENAGEM
Carta publicada na Carta do Leitor em 13/12/2001 - Jornal Tribuna da Bahia
Outro dia, ao passar em frente à Casa do Comércio, deparei-me com a placa da Rua Coronel Almerindo Rehem. Foi agradável a surpresa. Voltei aos tempos de juventude e lembrei do bom e amigo coronel. Amigo dos seus filhos, privei da boa amizade desta família. Voz forte, voz grossa, garbo militar, alegre, comunicador, amigo de todos, diplomata no tratar, assim conheci o coronel. Sertanejo de Aribicé, povoado do município de Euclides da Cunha, chegou a esta capital trazido pelo seu irmão, Oscar Nascimento Rehem. Analfabeto até os 18 anos, contava aos filhos que, para se alfabetizar, cursou uma escola na Barra. Todos os seus colegas eram crianças e somente ele, adulto. Nas aulas, quando errava uma letra, “ganhava” um bolo que a professora, usando palmatória, não desculpava. O bolo não doía, dizia ele, porém, a vaia dos pequenos colegas era insuportável. Estudou, aprendeu, pegou o amor pela leitura e não parou mais de ler, fez o seu conhecimento. Já na Polícia Militar, como soldado, trabalhou com afinco, entrou para a banda de música, tocando oboé. O maestro não gostava dele e – contava ele – ao passar em revista, invariavelmente, pisava nos seus pés. Largou a banda, continuou a sua vida na carreira militar e foi servir, comandando a Guarda de Polícia, como sargento, onde foi descoberto pelo governador Góes Calmon, que o promoveu a tenente, em face do seu destacado desempenho. Na sua corporação, galgou todos os cargos, sempre imprimindo a sua maneira característica de comandar, chegando por fim ao mais alto posto de coronel. Foi comandante da Guarda Civil, chefe do Estado-Maior e comandante da Polícia, chefe da Casa Militar do interventor Landulfo Alves e dos governadores Antonio Balbino e Lomanto Júnior. Foi agraciado com muitas condecorações pelas Forças Armadas, sempre pelo seu destacado desempenho nos diversos cargos exercidos.
A denominação da rua com o nome do coronel, foi uma homenagem do vereador Ivan Ramos, que sendo seu vizinho - morou na casa em frente - teve singular oportunidade de conhecê-lo intimamente.
O elogiável gesto de Ivan Ramos resgata uma dívida da cidade a um dos seus mais ilustres moradores, que com sua vida exemplar, sempre cultuando a amizade sincera, transformou-se num verdadeiro marco de dignidade e honestidade.
José Osvaldo Alves (Jornalista)
Outro dia, ao passar em frente à Casa do Comércio, deparei-me com a placa da Rua Coronel Almerindo Rehem. Foi agradável a surpresa. Voltei aos tempos de juventude e lembrei do bom e amigo coronel. Amigo dos seus filhos, privei da boa amizade desta família. Voz forte, voz grossa, garbo militar, alegre, comunicador, amigo de todos, diplomata no tratar, assim conheci o coronel. Sertanejo de Aribicé, povoado do município de Euclides da Cunha, chegou a esta capital trazido pelo seu irmão, Oscar Nascimento Rehem. Analfabeto até os 18 anos, contava aos filhos que, para se alfabetizar, cursou uma escola na Barra. Todos os seus colegas eram crianças e somente ele, adulto. Nas aulas, quando errava uma letra, “ganhava” um bolo que a professora, usando palmatória, não desculpava. O bolo não doía, dizia ele, porém, a vaia dos pequenos colegas era insuportável. Estudou, aprendeu, pegou o amor pela leitura e não parou mais de ler, fez o seu conhecimento. Já na Polícia Militar, como soldado, trabalhou com afinco, entrou para a banda de música, tocando oboé. O maestro não gostava dele e – contava ele – ao passar em revista, invariavelmente, pisava nos seus pés. Largou a banda, continuou a sua vida na carreira militar e foi servir, comandando a Guarda de Polícia, como sargento, onde foi descoberto pelo governador Góes Calmon, que o promoveu a tenente, em face do seu destacado desempenho. Na sua corporação, galgou todos os cargos, sempre imprimindo a sua maneira característica de comandar, chegando por fim ao mais alto posto de coronel. Foi comandante da Guarda Civil, chefe do Estado-Maior e comandante da Polícia, chefe da Casa Militar do interventor Landulfo Alves e dos governadores Antonio Balbino e Lomanto Júnior. Foi agraciado com muitas condecorações pelas Forças Armadas, sempre pelo seu destacado desempenho nos diversos cargos exercidos.
A denominação da rua com o nome do coronel, foi uma homenagem do vereador Ivan Ramos, que sendo seu vizinho - morou na casa em frente - teve singular oportunidade de conhecê-lo intimamente.
O elogiável gesto de Ivan Ramos resgata uma dívida da cidade a um dos seus mais ilustres moradores, que com sua vida exemplar, sempre cultuando a amizade sincera, transformou-se num verdadeiro marco de dignidade e honestidade.
José Osvaldo Alves (Jornalista)
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
As três peneiras
Alberto era um executivo. Um operário ou um profissional como tantos que conhecemos. Logo que foi transferido, no primeiro dia de trabalho, para fazer média com o chefe, saiu com esta:
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Venâncio. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, o chefe o interrompeu:
- Espere um pouco, Alberto. O que você vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira é a peneira da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não, não tenho certeza. Como posso saber? Foi o que me contaram.
- Então, sua história não passou na primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira, a peneira da necessidade. Você acha necessário me contar isso ou mesmo passar adiante esta história?
- Claro que não, chefe! Nem pensar nisso! Dizer isso de mim?
- Então, sua história não passou na segunda peneira. Vamos ver a terceira que é da bondade. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem o mesmo a seu respeito?
- Não chefe. Minha história não passa no crivo dessas peneiras. Ela pode não ser verdadeira, não ser benéfica a ninguém, nem necessário contar - fala Alberto, um tanto desapontado consigo mesmo.
- Pois é Alberto. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? – diz o chefe sorrindo e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: Verdade, Necessidade e Bondade, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
Pessoas inteligentes falam sobre idéias,
Pessoas comuns falam sobre coisas,
Pessoas medíocres falam sobre pessoas.
- texto enviado por Milena Rehem -
- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Venâncio. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, o chefe o interrompeu:
- Espere um pouco, Alberto. O que você vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras, chefe?
- A primeira é a peneira da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não, não tenho certeza. Como posso saber? Foi o que me contaram.
- Então, sua história não passou na primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira, a peneira da necessidade. Você acha necessário me contar isso ou mesmo passar adiante esta história?
- Claro que não, chefe! Nem pensar nisso! Dizer isso de mim?
- Então, sua história não passou na segunda peneira. Vamos ver a terceira que é da bondade. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem o mesmo a seu respeito?
- Não chefe. Minha história não passa no crivo dessas peneiras. Ela pode não ser verdadeira, não ser benéfica a ninguém, nem necessário contar - fala Alberto, um tanto desapontado consigo mesmo.
- Pois é Alberto. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? – diz o chefe sorrindo e continua:
- Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: Verdade, Necessidade e Bondade, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque:
Pessoas inteligentes falam sobre idéias,
Pessoas comuns falam sobre coisas,
Pessoas medíocres falam sobre pessoas.
- texto enviado por Milena Rehem -
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
FELIZ 2010, FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!!!!!
"Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre."
Carlos Drummond de Andrade
... E você, como foi de reveillon? Gostaríamos de saber, nos conte!
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre."
Carlos Drummond de Andrade
... E você, como foi de reveillon? Gostaríamos de saber, nos conte!
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